mísseis no céu do Ira e Israel

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Segue um panorama atualizado sobre os mísseis cruzando os céus do Irã e Israel, ao longo de junho de 2025:


🇮🇷 Irã → Israel

  • Lançamentos massivos de mísseis balísticos
    Em ondas sucessivas, o Irã disparou cerca de 27 a 40 mísseis balísticos (incluindo modelos Sejjil e o sofisticado Kheybar Shekan) em direção a Israel, em reação aos ataques americanos/israelenses a instalações nucleares iranianas (noticias.uol.com.br).
  • Cidades atacadas no norte e centro
    Cidades como Tel Aviv, Haifa, Bat Yam, Rehovot, Rishon LeZion, Nes Ziona e Petah Tikva registraram sirenes, interceptações pela defesa aérea, danos a prédios — inclusive hospitais — e dezenas de feridos e mortos (news.sky.com).
  • Capacidade da defesa aérea israelense
    A Iron Dome e sistemas complementares interceptaram a maioria dos mísseis (até ~90%), mas falhas permitiram golpes em áreas residenciais e estratégicas .

🇮🇱 Israel → Irã

  • Ataques aéreos intensos
    Desde 13 de junho, com operações como “Rising Lion” e “Midnight Hammer”, Israel disparou centenas de munições aéreas, mísseis e drones contra o programa nuclear e infraestrutura iraniana (Natanz, Fordow, Isfahan, Tabriz, Teerã), matando autoridades, cientistas e destruindo lançadores de mísseis (pt.wikipedia.org).
  • Mossad e drones no terreno
    A inteligência israelense (Mossad) utilizou drones disfarçados e ataques de sabotagem dentro do Irã para destruir lançadores e sistemas antiaéreos Iranianos antes de ataques aéreos mais amplos (en.wikipedia.org).
  • Resposta dos EUA
    Na sequência, os EUA entraram com ataques próprios ao complexo nuclear iraniano, usando bombardeiros B‑2 e mísseis Tomahawk, ampliando a ofensiva contra Fordow, Natanz e Isfahan (timesbrasil.com.br, theguardian.com).

🌌 Céus em chamas

  • As imagens acima mostram rastros iluminados de mísseis cruzando o céu noturno — uma “chuva de foguetes” alternada entre retaliação iraniana e contra‑ataques israelenses (apnews.com).
  • Esse ciclo de bombardeios marcou um dos momentos mais intensos de tensão militar direto entre Irã e Israel, com o risco de envolvimento de terceiros (EUA, proxies regionais).

💥 Impactos e riscos

  • Custos civis elevados: Várias vítimas civis, incluindo crianças; hospitais atingidos e infraestruturas danificadas (washingtonpost.com).
  • Escalada militar: Destruição parcial de lançadores e sistemas de defesa do Irã, mas o país segue com capacidade de lanzar mísseis, aumentando risco de conflito prolongado .
  • Repercussão regional: Temor de envolvimento de proxies (Hezbollah, Houthis), aumento dos preços do petróleo e risco de fechamento do Estreito de Hormuz (theaustralian.com.au).

🧭 Conclusão

Os céus do Irã e de Israel tornaram-se campos de batalha com mísseis balísticos e drones, num ciclo de ataque e retaliação. A defesa israelense segurou muitos disparos, mas falhas causaram impacto real na vida civil. A dinâmica militar direta entre os dois países, agora com participação dos EUA, acirra o risco de escalada e amplia o potencial de envolvimento regional.


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